quinta-feira, 18 de julho de 2013

Início da Semana Missionária da JMJ - Nova Friburgo


No dia 16 de julho de 2013, jovens provenientes de diversos países do mundo marcaram presença na Missa presidida por nosso Bispo Diocesano, Dom Edney Gouvêa Mattoso, no ginásio do Colégio Nossa Senhora das Dores, para a abertura da Semana Missionária, preparatória para a Jornada Mundial da Juventude.
A decoração do ginásio e o cortejo das oferendas da Celebração ficou ao encargo das Irmãs do Setor Feminino dos Arautos do Evangelho.
Em suas orações, pedem elas diariamente por todos os jovens de nosso Brasil e do mundo inteiro, e que correspondam ao singular chamado e missão que Deus reserva  a cada um.


 



 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Projeto Futuro & Vida - Colégios Júlio Salusse e João Brasil

Júlio Salusse
A oportunidade de apreciar a música instrumental e coral foi acolhida com entusiasmo pelos alunos dos Colégios Júlio Salusse, no bairro Paraíso, em Nova Friburgo, e João Brasil, em São José do Ribeirão.
Futuro e Vida

 
 
 
 
 
 
Conhecendo e ouvindo o timbre de diversos instrumentos e acompanhando uma viagem ao mundo através da música, alunos do Ensino Fundamental vivenciaram com alegria a apresentação oferecida pelo Projeto Futuro & Vida e participaram com interesse  do sorteio de brindes.








O ambiente de alegria permaneceu nesses momentos e, sem dúvida,  ficou marcado intensamente na lembrança de cada jovem ali presente. Este momento servirá de semente para e descoberta de dons, de talentos e de esperança para um futuro cheio de harmonia para os jovens de nossa cidade, de nosso Brasil.
 
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Obras de Misericórdia

As Obras de Misericórdia são ações caritativas pelas quais socorremos o próximo em suas necessidades corporais e espirituais.

Instruir, aconselhar, consolar, confortar são obras de misericórdia espiritual, como também perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporal consistem sobretudo em dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede, dar moradia aos desabrigados, vestir os maltrapilhos, visitar os doentes e prisioneiros, sepultar os mortos.  (CIC 2447)




Cumprindo o que aconselha o Divino Mestre, é sempre uma alegria entre as Irmãs que residem nos Arautos do Evangelho levar conforto aos mais necessitados.  Peregrinando com  a imagem do Imaculado Coração de Maria, nesta semana estiveram visitando o setor da pediatria do Hospital Raul Sertã, em Nova Friburgo. Lágrimas de conforto e esperança brotaram na face de doentes, familiares e... não menos, das missionárias.

 
 
  
 
   
“Sob múltiplas formas – extrema privação material, opressão injusta, enfermidades físicas e psíquicas e, por fim, a morte- a miséria humana é o sinal manifesto da condição natural da fraqueza em que o homem se encontra após o primeiro pecado e da necessidade de uma salvação. É por isso que ela atrai a compaixão de Cristo Salvador, que quis assumi-la sobre si, identificando-se com os “mais pequeninos dos seus irmãos”. É também por isso que todos aqueles que ela atinge são objeto de um amor preferencial por parte da Igreja, que, desde as suas origens, não deixou nunca de trabalhar por aliviá-los, defende-los e libertá-los. Ela o faz por meio de inúmeras obras de beneficência que continuam a ser, sempre e por toda a parte, indispensáveis.” (CIC 2448)

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Projeto Futuro e Vida - Escolas Helena Coutinho e Patrícia Jonas Santana

Neste mês de junho os colégios Patrícia Jonas de Santana e Helena Coutinho, em Olaria, vivenciaram momentos diferentes recebendo também a visita do Projeto Futuro e Vida. Com notável alegria e vivo interesse, alunos, professores e funcionários participaram da apresentação coral e instrumental, realizadas pelos Arautos do Evangelho.



Projeto Futuro e Vida

Projeto Futuro e Vida
Projeto Futuro e Vida


Projeto Futuro e Vida

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Apresentação na Festa de Santo Antônio - Capela do Suspiro


 
O coral do Setor-feminino dos Arautos do Evangelho realizou dia 14 de junho, entre as festividades de Santo Antônio, um “Momento Mariano”. Cantando músicas em louvor à Santíssima Virgem e ao Padroeiro intercaladas com palavras de louvor a ambos, puderam externar e compartilhar a alegria pela reabertura de tão estimada Capela.
 
 

 
 
 
 
 
 
Como encerramento da apresentação, executaram a famosa música “Luar do Sertão”, com uma letra adaptada à ocasião.
 
 
Letra do Luar do Sertão adaptada à Capela de Santo Antônio,
composta pelo setor feminino dos Arautos do Evangelho:
 
Oh! Que saudades do luar da minha terra
Lá na serra branquejando folhas secas pelo chão.
Esse luar cá da cidade tão escuro
Não tem aquelas saudades do luar lá do sertão.

Não há, ó gente, ó não,
Luar como este do sertão! (bis)
 
Se o luar lá do sertão nos faz cantar
Nova Friburgo é um lugar que bem merece uma canção.
Quem aqui passa não sai sem levar saudade
É um encanto esta cidade, pois aqui Deus tem Sua mão!
 
E bem no centro há uma joia preciosa
Ó capela graciosa no Suspiro aqui há.
Quão valoroso e admirável Padroeiro,
Santo Antônio é um luzeiro no alto Céu a cintilar!
 
Foi Santo Antônio nesta vida um braseiro,
Pregador e conselheiro, um exemplo de vigor.
Que ele interceda pelo povo friburguense,
Que a seu lado eternamente contemplemos o Senhor!
 
A Santo Antônio hoje voltamos nossa prece
Pois foi ele o alicerce desta obra sem igual.
Dom Edney, Padre Leão e povo eleito,
Com união tudo foi feito, ó construção celestial!
 
Quem há dois anos aqui viu esta capela
Vê que Deus olhou por ela e a seus filhos com amor.
E após lágrimas, mas cheios de esperança,
Este povo que não cansa hoje vê mais esplendor!
 
E encerrando esta canção com alegria
Bendizemos a Maria por aqui ter Seu olhar.
 Que do alto Céu com Santo Antônio olhe o Brasil,
E a nós dê graças mil, nos corações possa reinar!

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Arautos nas festividades de Santo Antônio - Capela do Suspiro


Dia 13 de junho de 2013! Após dois anos de valorosas esperanças, a Capela de Santo Antônio, no Suspiro, foi reaberta.

A Santa Missa solene de reabertura da Capela, celebrada por Dom Edney Gouvêa Mattoso às 19h, e cantada pelo coral do setor feminino dos Arautos do Evangelho, foi momento de graça sensível e admirável manifestação de devoção do povo friburguense, que lotava a praça do Suspiro.

A Imagem de Santo Antônio, que resistiu aos castigos da tragédia de 2011, juntamente com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, foram levadas em fervorosa procissão desde a Catedral até a Capela de Santo Antônio.
 
 
 
A imagem do santo foi entronizada no altar pelas mãos de Dom Edney, com o auxílio dos membros do ramo masculino dos Arautos do Evangelho, enquanto os fiéis aclamavam vivas ao santo padroeiro.




 
 
Após a celebração, projetou-se em frente à Capela um vídeo retratando a realidade do local antes da restauração e agora como está, e, diante disso, agradecendo a Deus Seus favores pela população friburguense.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Quem foi Santo Antônio de Pádua?




Por volta do ano de 1193 em Lisboa, Portugal, nasceu Fernando Bulhões que se tornaria depois Santo Antônio de Pádua, ou de Lisboa, como costumam chamar os portugueses.
Aos quinze anos, tendo ouvido com nitidez o chamado de Deus para a vida religiosa, entrou na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, no Mosteiro de São Vicente de Fora. Dois anos e meio depois, mudou-se para o Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, onde adquiriu singular conhecimento das Sagradas Escrituras, base de suas futuras pregações. Foi também nessa cidade ordenado sacerdote.
Com grande pompa chegaram a Coimbra, em meados de 1220, os restos mortais de cinco franciscanos martirizados no Marrocos. O fato soou para o Cônego Fernando como uma aprovação do Céu ao ser desejo de unir-se aos filhos de São Francisco no Convento de Santo Antônio de Olivares. Obtida a licença dos superiores, recebeu o hábito dos Frades Menores algum tempo depois, tomando o nome de Frei Antônio.
 
 
Renúncia à própria vontade
 

Depois de cinco meses de noviciado foi enviado a Marrocos, onde não pôde realizar seus anseios de martírio. Acometido de fortes febres e incapaz de qualquer atividade, foi mandado de volta à Europa. Na viagem de retorno, o navio foi arrastado por uma tempestade para as costas da Sicília. Após passar alguns meses no convento de Messina, Frei Antônio dirigiu-se a Assis, onde se realizaria um Capítulo Geral da Ordem, nas vésperas de Pentecostes de 1221, presidido pelo próprio São Francisco. Encerrada a Assembleia, sendo ainda desconhecido no meio daquela multidão de frades, pediu ao Provincial de Romandiola que o acolhesse como subalterno, e passou a viver no eremitério de São Paulo, exercendo a função de ajudante de cozinha.
Certo dia foi escolhido, de improviso, pelo superior para fazer o sermão de uma missa. Diante da surpresa geral, as palavras daquele irmão, em latim e fundadas na Escritura, foram adquirindo cada vez maior brilho, fogo e clareza. Assim se iniciou a vida pública de Santo Antônio de Pádua.
 
Pregador destemido
 
Dotado de devoção, eloquência e rara memória - conhecia de cor as Escrituras-, Frei Antônio atraía multidões às suas pregações. Destemido, não tinha receio de reprovar os erros dos seus ouvintes, ainda que se tratasse de autoridades civis ou eclesiásticas. Em 1224, o santo religioso foi enviado a pregar no sul da França, onde se alastrava a heresia cátara ou albigense, para ali levar a luz da verdadeira Fé.
Em 1227, Frei Antônio foi convocado para um novo Capítulo Geral dos Franciscanos, sendo eleito Superior Provincial da Emilia-Romagna, região na qual o santo passaria os quatro últimos anos de sua vida. A cidade de Pádua, sede do Provincialato, recebeu em abundância o calor de suas palavras e as manifestações de sua bondade para com todos. Não havia igreja capaz de comportar as multidões - Às vezes 20 mil fiéis - que acorriam para ouvi-lo.
Os labores apostólicos debilitaram a saúde de Frei Antônio. Acometido por uma hidropisia, retirou-se para um período de repouso na pequena comunidade de Camposampiero. Sentindo-se mal, pediu para ser conduzido de volta à Pádua. No percurso, porém, seu estado se agravou e viram-se obrigados a deter-se no mosteiro de Clarissas de Arcella.
Após confessar-se e receber os Santos Óleos, entrou em agonia. Em certo momento, seus olhos se fixaram no Céu e ele exclamou “Vi o Senhor”. Era o dia 13 de junho de 1231 e Frei Antônio contava apenas 36 anos de idade.
Menos de um ano após seu falecimento, no dia 30 de maio do ano seguinte, era canonizado pelo Papa Gregório IX. Em 1263, ao serem transladadas suas relíquias para a Basílica construída em sua honra em Pádua, São Boaventura, então geral da Ordem, encontrou intacta a língua do santo.
O tempo não corrompeu aquele vitorioso instrumento de pregação que salvou tantas almas!
 
Irmã Maria Teresa Ribeiro Matos, EP