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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Quem foi Santo Antônio de Pádua?




Por volta do ano de 1193 em Lisboa, Portugal, nasceu Fernando Bulhões que se tornaria depois Santo Antônio de Pádua, ou de Lisboa, como costumam chamar os portugueses.
Aos quinze anos, tendo ouvido com nitidez o chamado de Deus para a vida religiosa, entrou na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, no Mosteiro de São Vicente de Fora. Dois anos e meio depois, mudou-se para o Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, onde adquiriu singular conhecimento das Sagradas Escrituras, base de suas futuras pregações. Foi também nessa cidade ordenado sacerdote.
Com grande pompa chegaram a Coimbra, em meados de 1220, os restos mortais de cinco franciscanos martirizados no Marrocos. O fato soou para o Cônego Fernando como uma aprovação do Céu ao ser desejo de unir-se aos filhos de São Francisco no Convento de Santo Antônio de Olivares. Obtida a licença dos superiores, recebeu o hábito dos Frades Menores algum tempo depois, tomando o nome de Frei Antônio.
 
 
Renúncia à própria vontade
 

Depois de cinco meses de noviciado foi enviado a Marrocos, onde não pôde realizar seus anseios de martírio. Acometido de fortes febres e incapaz de qualquer atividade, foi mandado de volta à Europa. Na viagem de retorno, o navio foi arrastado por uma tempestade para as costas da Sicília. Após passar alguns meses no convento de Messina, Frei Antônio dirigiu-se a Assis, onde se realizaria um Capítulo Geral da Ordem, nas vésperas de Pentecostes de 1221, presidido pelo próprio São Francisco. Encerrada a Assembleia, sendo ainda desconhecido no meio daquela multidão de frades, pediu ao Provincial de Romandiola que o acolhesse como subalterno, e passou a viver no eremitério de São Paulo, exercendo a função de ajudante de cozinha.
Certo dia foi escolhido, de improviso, pelo superior para fazer o sermão de uma missa. Diante da surpresa geral, as palavras daquele irmão, em latim e fundadas na Escritura, foram adquirindo cada vez maior brilho, fogo e clareza. Assim se iniciou a vida pública de Santo Antônio de Pádua.
 
Pregador destemido
 
Dotado de devoção, eloquência e rara memória - conhecia de cor as Escrituras-, Frei Antônio atraía multidões às suas pregações. Destemido, não tinha receio de reprovar os erros dos seus ouvintes, ainda que se tratasse de autoridades civis ou eclesiásticas. Em 1224, o santo religioso foi enviado a pregar no sul da França, onde se alastrava a heresia cátara ou albigense, para ali levar a luz da verdadeira Fé.
Em 1227, Frei Antônio foi convocado para um novo Capítulo Geral dos Franciscanos, sendo eleito Superior Provincial da Emilia-Romagna, região na qual o santo passaria os quatro últimos anos de sua vida. A cidade de Pádua, sede do Provincialato, recebeu em abundância o calor de suas palavras e as manifestações de sua bondade para com todos. Não havia igreja capaz de comportar as multidões - Às vezes 20 mil fiéis - que acorriam para ouvi-lo.
Os labores apostólicos debilitaram a saúde de Frei Antônio. Acometido por uma hidropisia, retirou-se para um período de repouso na pequena comunidade de Camposampiero. Sentindo-se mal, pediu para ser conduzido de volta à Pádua. No percurso, porém, seu estado se agravou e viram-se obrigados a deter-se no mosteiro de Clarissas de Arcella.
Após confessar-se e receber os Santos Óleos, entrou em agonia. Em certo momento, seus olhos se fixaram no Céu e ele exclamou “Vi o Senhor”. Era o dia 13 de junho de 1231 e Frei Antônio contava apenas 36 anos de idade.
Menos de um ano após seu falecimento, no dia 30 de maio do ano seguinte, era canonizado pelo Papa Gregório IX. Em 1263, ao serem transladadas suas relíquias para a Basílica construída em sua honra em Pádua, São Boaventura, então geral da Ordem, encontrou intacta a língua do santo.
O tempo não corrompeu aquele vitorioso instrumento de pregação que salvou tantas almas!
 
Irmã Maria Teresa Ribeiro Matos, EP

terça-feira, 7 de maio de 2013

Arautos e Famílias - Encenação sobre a Mensagem de Fátima


Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação; serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono.

(Palavras de Nossa Senhora aos pastorinhos de Fátima, 13 de junho de 1917)
 
Quando, em 1917, começou a se espalhar a notícia de que Nossa Senhora aparecera em Fátima a três pequenos pastores, numerosas pessoas, de todas as condições sociais, deslocaram- se até aquele inóspito local para tentar ver Nossa Senhora, ou alcançar d'Ela graças. Algumas conseguiam fazer chegar seus pedidos aos pastorinhos, para estes os apresentarem àquela Senhora "mais brilhante que o sol".



Houve até quem, com notável ingenuidade, escrevesse uma carta a Nossa Senhora. Lúcia, consciente de suas responsabilidades, nunca deixava de apresentar todos os pedidos à Santíssima Virgem: era a cura de uns, a conversão de outros, e assim por diante. A Virgem de Fátima respondia quase invariavelmente que, se rezassem o terço todos os dias, Ela os atenderia. Dava assim a entender que muito Lhe agradava essa oração, através da qual as pessoas poderiam obter tudo quanto necessitassem.

Na última aparição, em outubro de 1917, a Virgem Maria disse por fim o seu nome: "Sou a Senhora do Rosário"; e voltou a lembrar a recomendação já feita antes: "Continuem a rezar o terço todos os dias".

Nesta início de mês, mais uma vez um grupo de familiares participantes das atividades dos Arautos do Evangelho esteve presente para o  primeiro encontro familiar de maio. A atividade iniciou-se com uma exposição sobre as aparições da Virgem de Fátima em 1917, e a importância da devoção a Nossa Senhora, entremeada com inocente encenação teatral sobre o tema.

 
 

 


A Santa Missa, sempre momento de graças abundantes e sensíveis para todos, foi celebrada pelo Revmo. Pe. Lourenço Ferronato, e cantada pelo coro infanto-juvenil do Projeto Futuro & Vida.

 



 
 


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Maio - Mês de Maria!


Abrigo Amor a Jesus
Arautos levam a imagem do Imaculado Coração de Maria ao Abrigo Amor a Jesus
Abrindo o mês de maio, o setor feminino dos Arautos do Evangelho fez uma abençoada peregrinação com a imagem do Imaculado Coração de Maria ao Lar Abrigo Amor a Jesus, em Nova Friburgo.
Asilo
 
A Imagem foi coroada - em nome de todos os idosos que ali habitam- por uma das residentes do Abrigo, que fazia aniversário.
Arautos do Evangelho
 
Após a coroação, as jovens Arautos fizeram uma singela apresentação coral de músicas marianas...
 
 
 
 
 
 ... e conduziram a Imagem a cada um dos idosos, distribuindo medalhinhas de Nossa Senhora das Graças, postais diversos de Maria Santíssima, e uma palavra de conforto e confiança na mãe de Deus.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

  “Hoje foi um dia muito feliz! Ela veio nos visitar!”
Exclamações semelhantes em meio a lágrimas de alegria eram ouvidas pelos corredores do local.
  
 
 
 
 Após muitos agradecimentos da parte dos idosos do Abrigo e da zelosa direção do estabelecimento, as jovens visitantes partiram cheias de alegria, por poder sentir de perto as graças que Deus distribui a todos, especialmente àqueles que lhe abrem o coração.
 
 
 
 
 
Lar Abrigo Amor a Jesus – LAJE
 Fundado em 1929, o Lar Abrigo Amor a Jesus, nasceu com propósito de amparar moradores de rua.
 O LAJE como I.L.P.I. (Instituição de Longa Permanência para Idosos) é uma Instituição Filantrópica de Utilidade Pública Municipal, Estadual e Federal, e se mantém através de doações, bazares, campanha do quilo, quadro de sócios, almoços e eventos diversos, e abriga cerca de 80 idosos carentes.
 




sexta-feira, 5 de abril de 2013

Projeto Futuro & Vida na Escola M. Dinah Lantimant


O Projeto Futuro e Vida levou novamente alegria às crianças da Escola Municipal Dinah Lantimant Bravo, no Bairro Santo André, Nova Friburgo.


Música


O vivo interesse e atenção de alunos e professores motivou um ambiente animado e receptivo à arte e cultura.


Arautos do Evangelho

Projeto Futuro & Vida


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Semana Santa


“Nunca seremos íntimos de alguém como podemos ser de Nosso Senhor na Eucaristia.”

Arautos


Antes de passar pela Paixão e Morte de Cruz, Nosso Senhor Jesus Cristo deu Sua maior prova de amor à humanidade: quis, Ele mesmo permanecer entre os homens e deixar-se em alimento e sustento, na Sagrada Eucaristia.


A Santa Missa de Quinta-Feira Santa na Catedral de São João Batista, solenemente celebrada por Dom Edney Gouvêa Mattoso, foi para os fiéis ocasião de graças sensíveis no sentido de reviver o momento em que o Divino Redentor instituiu o Novo Mandamento e a Sagrada Eucaristia.





O recolhimento que a Celebração propiciou aos fiéis, abriu com notáveis bênçãos as cerimônias do Tríduo Pascal.













Os cantos da Missa da Ceia do Senhor e da Cerimônia de Sexta-Feira santa foram executados pelo coral feminino dos Arautos do Evangelho de Nova Friburgo.

Arautos





 “Ó Maria, Vós tanto desejais ver amado vosso Divino Filho! Se me amais, eis aqui a graça que Vos peço e que me haveis de impetrar: obtende-me um grande amor a Jesus Sacramentado, e fazei com que eu não ame senão a Jesus.”


Dores