Neste mês de junho os colégios Patrícia Jonas de Santana e
Helena Coutinho, em Olaria, vivenciaram momentos diferentes recebendo também a
visita do Projeto Futuro e Vida. Com notável alegria e vivo interesse, alunos, professores
e funcionários participaram da apresentação coral e instrumental, realizadas
pelos Arautos do Evangelho.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Apresentação na Festa de Santo Antônio - Capela do Suspiro
O coral do Setor-feminino dos Arautos do Evangelho realizou dia
14 de junho, entre as festividades de Santo Antônio, um “Momento Mariano”. Cantando
músicas em louvor à Santíssima Virgem e ao Padroeiro intercaladas com palavras
de louvor a ambos, puderam externar e compartilhar a alegria pela reabertura de
tão estimada Capela.
Como encerramento da apresentação, executaram a famosa música “Luar do Sertão”, com uma letra adaptada à ocasião.
Letra do Luar do Sertão adaptada à Capela de Santo Antônio,
composta pelo setor feminino dos Arautos do Evangelho:
Oh! Que saudades do luar da minha
terra
Lá na serra branquejando folhas secas
pelo chão.
Esse luar cá da cidade tão escuro
Não tem aquelas saudades do luar lá
do sertão.
Não há, ó gente, ó não,
Luar como este do sertão! (bis)
Se o luar lá do sertão nos faz cantar
Nova Friburgo é um lugar que bem
merece uma canção.
Quem aqui passa não sai sem levar
saudade
É um encanto esta cidade, pois aqui
Deus tem Sua mão!
E bem no centro há uma joia preciosa
Ó capela graciosa no Suspiro aqui há.
Quão valoroso e admirável Padroeiro,
Santo Antônio é um luzeiro no alto
Céu a cintilar!
Foi Santo Antônio nesta vida um
braseiro,
Pregador e conselheiro, um exemplo de
vigor.
Que ele interceda pelo povo
friburguense,
Que a seu lado eternamente
contemplemos o Senhor!
A Santo Antônio hoje voltamos nossa
prece
Pois foi ele o alicerce desta obra
sem igual.
Dom Edney, Padre Leão e povo eleito,
Com união tudo foi feito, ó
construção celestial!
Quem há dois anos aqui viu esta
capela
Vê que Deus olhou por ela e a seus
filhos com amor.
E após lágrimas, mas cheios de
esperança,
Este povo que não cansa hoje vê mais
esplendor!
E encerrando esta canção com alegria
Bendizemos a Maria por aqui ter Seu
olhar.
Que do alto Céu com Santo Antônio olhe o
Brasil,
E a nós dê graças mil, nos corações possa reinar!
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Arautos nas festividades de Santo Antônio - Capela do Suspiro
Dia 13 de junho de 2013! Após dois
anos de valorosas esperanças, a Capela de Santo Antônio, no Suspiro, foi reaberta.
A Santa Missa solene de reabertura da
Capela, celebrada por Dom Edney Gouvêa Mattoso às 19h, e cantada pelo coral do setor feminino dos Arautos do Evangelho, foi momento de graça
sensível e admirável manifestação de devoção do povo friburguense, que lotava a
praça do Suspiro.
A Imagem de Santo Antônio, que
resistiu aos castigos da tragédia de 2011, juntamente com a imagem de Nossa Senhora
Aparecida, foram levadas em fervorosa procissão desde a Catedral até a Capela
de Santo Antônio.
A imagem do santo foi entronizada no altar pelas mãos de Dom
Edney, com o auxílio dos membros do ramo masculino dos Arautos do Evangelho,
enquanto os fiéis aclamavam vivas ao santo padroeiro.
Após a celebração, projetou-se em
frente à Capela um vídeo retratando a realidade do local antes da restauração e
agora como está, e, diante disso, agradecendo a Deus Seus favores pela
população friburguense.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Quem foi Santo Antônio de Pádua?

Por volta do ano de
1193 em Lisboa, Portugal, nasceu Fernando Bulhões que se tornaria depois Santo
Antônio de Pádua, ou de Lisboa, como costumam chamar os portugueses.
Aos quinze anos, tendo
ouvido com nitidez o chamado de Deus para a vida religiosa, entrou na Ordem dos
Cônegos Regulares de Santo Agostinho, no Mosteiro de São Vicente de Fora. Dois
anos e meio depois, mudou-se para o Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, onde
adquiriu singular conhecimento das Sagradas Escrituras, base de suas futuras
pregações. Foi também nessa cidade ordenado sacerdote.
Com grande pompa
chegaram a Coimbra, em meados de 1220, os restos mortais de cinco franciscanos
martirizados no Marrocos. O fato soou para o Cônego Fernando como uma aprovação
do Céu ao ser desejo de unir-se aos filhos de São Francisco no Convento de
Santo Antônio de Olivares. Obtida a licença dos superiores, recebeu o hábito
dos Frades Menores algum tempo depois, tomando o nome de Frei Antônio.
Renúncia à própria vontade

Certo dia foi escolhido, de improviso, pelo superior para fazer o sermão de uma missa. Diante da surpresa geral, as palavras daquele irmão, em latim e fundadas na Escritura, foram adquirindo cada vez maior brilho, fogo e clareza. Assim se iniciou a vida pública de Santo Antônio de Pádua.
Pregador destemido
Dotado de devoção,
eloquência e rara memória - conhecia de cor as Escrituras-, Frei Antônio atraía
multidões às suas pregações. Destemido, não tinha receio de reprovar os erros
dos seus ouvintes, ainda que se tratasse de autoridades civis ou eclesiásticas.
Em 1224, o santo religioso foi enviado a pregar no sul da França, onde se
alastrava a heresia cátara ou albigense, para ali levar a luz da verdadeira Fé.
Em 1227, Frei Antônio
foi convocado para um novo Capítulo Geral dos Franciscanos, sendo eleito
Superior Provincial da Emilia-Romagna, região na qual o santo passaria os
quatro últimos anos de sua vida. A cidade de Pádua, sede do Provincialato,
recebeu em abundância o calor de suas palavras e as manifestações de sua
bondade para com todos. Não havia igreja capaz de comportar as multidões - Às
vezes 20 mil fiéis - que acorriam para ouvi-lo.

Após confessar-se e receber
os Santos Óleos, entrou em agonia. Em certo momento, seus olhos se fixaram no
Céu e ele exclamou “Vi o Senhor”. Era o dia 13 de junho de 1231 e Frei Antônio contava
apenas 36 anos de idade.
Menos de um ano após
seu falecimento, no dia 30 de maio do ano seguinte, era canonizado pelo Papa Gregório
IX. Em 1263, ao serem transladadas suas relíquias para a Basílica construída em
sua honra em Pádua, São Boaventura, então geral da Ordem, encontrou intacta a
língua do santo.
O tempo não corrompeu
aquele vitorioso instrumento de pregação que salvou tantas almas!
Irmã Maria
Teresa Ribeiro Matos, EP
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terça-feira, 4 de junho de 2013
Atividades no feriado de Corpus Christi
"Nunca seremos tão íntimo de alguém como de Nosso senhor na Sagrada Eucaristia" (Prof. Plinio Corrêa de Oliveira)
Por ocasião do feriado de Corpus Christi, o setor feminino dos Arautos realizou um Simpósio para jovens, no qual tiveram exposições e encenações teatrais cujo tema central versava sobre os Novíssimos do Homem. “Lembra-te de teus novíssimos, e não pecarás jamais” (Ecl 7,40).
Iniciando as atividades na festa de Corpus Christi, receberam a bênção com Santíssimo e fizeram uma pequena procissão para honrar e louvar a Jesus Sacramentado. Participaram diariamente da Santa Missa, e por vários momentos, conforme a graça Divina lhes inspirava, fizeram adoração ao Santíssimo Sacramento, que esteve exposto desde o amanhecer até o fim do dia na Capela, à espera de quem O quisesse visitar.
Em um dos dias, uma das participantes recebeu a incomensurável graça de entrar no seio da Igreja através do Sacramento do Batismo, que teve lugar na Igreja de Santa Edwiges, e foi celebrado pelo Revmo Pe. Lourenço Ferronatto, EP. Nesta ocasião, mais duas crianças receberam, pela primeira vez, a Jesus em suas almas, no Sacramento da Eucaristia.
“No
ato do Batismo, pelo efeito do sacramento, Deus infunde naquela pessoa um dom
criado que é a graça, mas é um dom que participa da própria vida de Deus e, por
esta forma a pessoa é elevada a um nível como o maior rei, imperador ou gênio
da História, o homem mais glorioso, não poderia ser elevado por sua própria
natureza, nem pelos seus méritos.” (Prof. Plinio Corrêa de Oliveira)
Como encerramento do Simpósio, as
famílias de todas as participantes foram convidadas à Santa Missa de
encerramento e uma saborosa pizza de confraternização.
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