quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Festa do Dia dos Pais em Nova Friburgo

Neste dia dos pais de 2015 o setor-feminino dos Arautos do Evangelho de Nova Friburgo realizou uma homenagem especial aos pais e às famílias.
                      A abertura do evento deu-se com a Santa Missa, celebrada pelo Revmo. Padre Lourenço Ferronatto, EP, na Capela da residência feminina dos Arautos. Em sua homilia, Pe. Lourenço ressaltou a importância da devoção eucarística na família e da vida espiritual como fundamento da sólida família cristã.




Após a Missa, uma surpresa: as alunas do Colégio Arautos do Evangelho e do Projeto Futuro e Vida haviam preparado com esmero uma inocente apresentação musical, com números de diversas origens: Brasil, França, Japão, África e Itália.


                                                                               Uma seção do jogo “stop” seguiu-se depois da apresentação musical. Pais e filhas juntaram-se em vários grupos para a atraente brincadeira, aguardando o saboroso churrasco que vinha sendo laboriosamente preparado pelos pais.


Na homilia deste dia, o Pe. Lourenço também havia comentado sobre a importância do almoço em família, da conversa e da benquerença. O conselho logo foi colocado em prática! Todos os presentes puderam conviver, conversar e trocar experiências durante a refeição em família.



                                                                          Depois, entretanto, algo inimaginável: uma gincana! Nesse momento, pais, mães, filhos e familiares participaram descontraídos da brincadeira. Pular corda, carregar um limão na colher na corrida e tiro ao alvo, foram algumas aventuras das quais ninguém quis ficar de fora para vencer a partida.


A festa encerrou-se com o “bolo da família” e com um sorteio de lembranças.
Agradecemos a São José, patrono da Sagrada Família, por interceder por nossas famílias, pelas atividades dos Arautos e pela pureza de nossas crianças.















sábado, 8 de agosto de 2015

Visitando as Cerejeiras no Country Club - Nova Friburgo

          Durante o inverno há uma semana em que as cerejeiras enfeitam a cidade de forma peculiar. Suas abundantes flores cor-de-rosa realçadas pelo sol e céu azul, e coroadas pelo clima fresco e agradável da serra fluminense, trazem a Nova Friburgo momentos especialmente agradáveis.



Um grupo das alunas do Projeto Futuro e Vida esteve visitando os jardins do Country Club no primeiro fim de semana de agosto, para admirar essa maravilha que anualmente o Criador “pinta” em nossa cidade. O verde da natureza, as flores e a bela organização do local são preciosidades que valem a pena admirar para imaginarmos as belezas do Paraíso.
 


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Visitando a Padroeira do Brasil

“Viva Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil!”, bradavam as jovens de Nova Friburgo que participaram do Congresso dos Arautos de 2015, ao passar diante do Santuário.
Não seria excelente ocasião para agradecer à Padroeira tantas graças que nos tem proporcionado? Ali pararam elas para agradecer e  pedir graças por si e por suas famílias; pelos friburguenses e pelo apostolado dos Arautos; pela perseverança no bom caminho e por toda a juventude de nosso país.
Que a Virgem Aparecida proteja e encaminhe essas jovens e todos os brasileiros, para que trilhem o caminho do Céu.








quarta-feira, 5 de agosto de 2015

XIV Congresso Feminino- terceiro dia e encerramento


No terceiro dia do XIV Congresso feminino foi abordado o tema “Chamado”. Quando Deus me chama, estou disposto a ouvi-lo?
A primeira encenação versou sobre a Parábola do tesouro escondido no campo. Quem o encontra, vende tudo o que tem para comprar aquele campo e possuir o tesouro. Assim também acontece no campo espiritual. Quando me deparo com a graça de Deus e com o tesouro de possuí-lo, é preciso reconhecer tal dádiva e fazer de tudo para não deixar passar a hora da graça, seguindo-a sem titubear.









                     Foi também encenada a parábola do anfitrião que prepara um grande banquete para seus amigos. Esses, entretanto, dão várias justificativas para não comparecer: um comprou um campo; outro, acabou de casar-se; outro ainda, comprou uma junta de bois. O dono da casa, então, triste pela ingratidão, convida coxos, cegos e aleijados para participarem do festim. Símbolo da graça que a Providência Divina dá a certas almas, mas que são rejeitadas. Deus, então, chama para si os mais débeis, que correm ao seu encontro. E é justamente “na fraqueza que Deus mostra toda a sua força”.











                                                                         “Quando alguém é convidado por Deus a dar mais de si e não aceita, sempre arruma uma justificativa. “Peço-te que aceite as minhas desculpas”. Admitir o erro pelo erro, a pessoa não faz. Então ela dá uma razão para justificar-se. Razões que são dadas para não ir mais adiante.
Esses estão fora do banquete já na terra. Estão felizes? O que deu a desculpa de ter o campo, se não tem a bênção de Deus... vai sofrer com aquele campo, pois comprou um campo para benefício próprio. Pior ainda se ele comprou o campo para esquecer-se de Deus. Não há bênção de Deus àquele que é convidado e se nega a aceitar o convite.”  (Trecho da conferência sobre o “Chamado”)

                   O último sketch tratou sobre a Parábola dos Talentos, fazendo compreender a importância de retribuir e fazer render os dons que Deus nos dá, como gratidão a tantos benefícios.




                                                                                 O Congresso encerrou-se com uma belíssima homenagem ao Sagrado Coração de Jesus, realizada na parte externa do prédio do Monte Carmelo. 

Após esta, um jantar festivo fechou esses benditos dias, de onde todas as participantes puderam levar como lembrança uma bela imagem do Sagrado Coração de Jesus, confeccionada pelas próprias Irmãs residentes em Monte Carmelo.
Também no jantar, as participantes tiveram uma animada sessão de “perguntas e respostas” valendo prêmios, sobre os temas tratados no Congresso.




                                                                                                                     No dia seguinte, estavam todas partindo para as suas cidades, carregando, além da bagagem, inúmeras recordações e princípios aprendidos nesses abençoados dias de Congresso, que deixaram saudades.

sábado, 25 de julho de 2015

XIV Congresso setor feminino - Segundo dia

No dia 17 de julho, segundo dia do congresso do setor- feminino dos Arautos do Evangelho, as atividades iniciaram-se novamente com a Santa Missa. O coral feminino dos Arautos de Nova Friburgo teve a graça de cantar durante essa Celebração.





As explanações e sketches desse dia tiveram como temas a humildade e orgulho, admiração e inveja e, por, fim, o perdão que recebe a alma verdadeiramente contrita.
Como encenação inicial, a parábola do homem que, em seu orgulho, procura o primeiro lugar no banquete e depois é convidado pelo anfitrião a sentar-se no último, mostrou como isso acontece -sob outros aspectos- em nossa vida cotidiana, e como o orgulho causa horror nos circunstantes, torna a pessoa egoísta e não atrai as bênçãos de Deus. Foi um bom ponto de exame de consciência para cada assistente.


A parábola do senhor da vinha, que sai a procura de empregados em três horários distintos, e, no final da jornada, recompensa a todos com o mesmo valor, independente do tempo que cada um dedicou, retratou bem como o vício da inveja brota no coração do homem, gerando insatisfação não por sua situação, mas pelo sucesso dos demais.
Nessa exposição, ficou claro como precisamos estar contentes ao ver o bem alheio, esquecendo nossos egoísmos, admirando e nos alegrando com os benefícios que o próximo recebe.


                                                                                   Também foi mostrado como precisamos ser humildes e saber perdoar o próximo, para recebermos o perdão de Deus. Encenou-se, assim, a parábola do empregado que foi absolvido de uma imensa dívida, que jamais conseguiria pagar, mas não perdoou um amigo seu que lhe devia uma quantia ínfima. Essa reação do empregado causou indignação ao seu senhor, que castigou-o mandando para a prisão até que pagasse o último centavo.









                                                                    ***
Será que apenas os pobres se salvam? Ou apenas os ricos?
Essa pergunta foi respondida com a parábola do rico e do pobre Lázaro, apresentando, porém um aspecto inédito, comentado por Mons. João Clá Dias: encenou-se o rico como uma pessoa extremamente generosa, preocupado com o pobre que ficava à porta de sua suntuosa residência, mas esse, revoltado, não aceitava ajuda, rejeitava alimentos e cuidados médicos que o rico lhe proporcionava. Ao contrário, sentia prazer em desejar males ao generoso homem, em resmungar de sua situação, em blasfemar e invejar aquele que tinha melhores condições que as suas. Quem, nesse caso, merecia o prêmio? O generoso senhor.
Concluiu-se que está próximo da salvação quem tem verdadeira caridade e é humilde de coração, e que ter mais ou ter menos condições financeiras não definem a santidade.





                                                                                                             A última encenação, porém, fechou com chave de ouro o segundo dia do Congresso: a parábola do filho pródigo. Entretanto, também com algo inédito. A mãe (que figurava o pai na história), foi atrás da filha perdida, andou quanto foi preciso e, encontrando-a na miséria cuidando dos porcos, arrependida e cheia de saudades da casa paterna, levou-a para sua residência e ali preparou o banquete para aquela que era sua filha, havia se perdido, e retornou ao lar!
Não será essa nossa história? Quantas vezes caímos, e é Deus quem nos vem ao encontro erguendo-nos de nosso nada?


                                                                                                                                                                         A Santa Missa, o jantar e o canto da Salve Regina encerraram mais um dia abençoado, trazendo esperança para o terceiro e último dia do XIV Congresso.





 Uma das lições do dia:
“Entre humildade e mansidão existe uma relação impressionante. Quando a pessoa é orgulhosa, quando se põe em relação aos outros com superioridade e está toda hora criticando as outras, ela não é mansa. É briguenta, birrenta, criadora de caso. Quem é humilde, é manso. E quem é humilde e manso aceita a obediência com toda a facilidade. Rispidez, maltrato, autoritarismo, orgulho, formam uma coisa só.”