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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

XIV Congresso Feminino- terceiro dia e encerramento


No terceiro dia do XIV Congresso feminino foi abordado o tema “Chamado”. Quando Deus me chama, estou disposto a ouvi-lo?
A primeira encenação versou sobre a Parábola do tesouro escondido no campo. Quem o encontra, vende tudo o que tem para comprar aquele campo e possuir o tesouro. Assim também acontece no campo espiritual. Quando me deparo com a graça de Deus e com o tesouro de possuí-lo, é preciso reconhecer tal dádiva e fazer de tudo para não deixar passar a hora da graça, seguindo-a sem titubear.









                     Foi também encenada a parábola do anfitrião que prepara um grande banquete para seus amigos. Esses, entretanto, dão várias justificativas para não comparecer: um comprou um campo; outro, acabou de casar-se; outro ainda, comprou uma junta de bois. O dono da casa, então, triste pela ingratidão, convida coxos, cegos e aleijados para participarem do festim. Símbolo da graça que a Providência Divina dá a certas almas, mas que são rejeitadas. Deus, então, chama para si os mais débeis, que correm ao seu encontro. E é justamente “na fraqueza que Deus mostra toda a sua força”.











                                                                         “Quando alguém é convidado por Deus a dar mais de si e não aceita, sempre arruma uma justificativa. “Peço-te que aceite as minhas desculpas”. Admitir o erro pelo erro, a pessoa não faz. Então ela dá uma razão para justificar-se. Razões que são dadas para não ir mais adiante.
Esses estão fora do banquete já na terra. Estão felizes? O que deu a desculpa de ter o campo, se não tem a bênção de Deus... vai sofrer com aquele campo, pois comprou um campo para benefício próprio. Pior ainda se ele comprou o campo para esquecer-se de Deus. Não há bênção de Deus àquele que é convidado e se nega a aceitar o convite.”  (Trecho da conferência sobre o “Chamado”)

                   O último sketch tratou sobre a Parábola dos Talentos, fazendo compreender a importância de retribuir e fazer render os dons que Deus nos dá, como gratidão a tantos benefícios.




                                                                                 O Congresso encerrou-se com uma belíssima homenagem ao Sagrado Coração de Jesus, realizada na parte externa do prédio do Monte Carmelo. 

Após esta, um jantar festivo fechou esses benditos dias, de onde todas as participantes puderam levar como lembrança uma bela imagem do Sagrado Coração de Jesus, confeccionada pelas próprias Irmãs residentes em Monte Carmelo.
Também no jantar, as participantes tiveram uma animada sessão de “perguntas e respostas” valendo prêmios, sobre os temas tratados no Congresso.




                                                                                                                     No dia seguinte, estavam todas partindo para as suas cidades, carregando, além da bagagem, inúmeras recordações e princípios aprendidos nesses abençoados dias de Congresso, que deixaram saudades.

sábado, 25 de julho de 2015

XIV Congresso setor feminino - Segundo dia

No dia 17 de julho, segundo dia do congresso do setor- feminino dos Arautos do Evangelho, as atividades iniciaram-se novamente com a Santa Missa. O coral feminino dos Arautos de Nova Friburgo teve a graça de cantar durante essa Celebração.





As explanações e sketches desse dia tiveram como temas a humildade e orgulho, admiração e inveja e, por, fim, o perdão que recebe a alma verdadeiramente contrita.
Como encenação inicial, a parábola do homem que, em seu orgulho, procura o primeiro lugar no banquete e depois é convidado pelo anfitrião a sentar-se no último, mostrou como isso acontece -sob outros aspectos- em nossa vida cotidiana, e como o orgulho causa horror nos circunstantes, torna a pessoa egoísta e não atrai as bênçãos de Deus. Foi um bom ponto de exame de consciência para cada assistente.


A parábola do senhor da vinha, que sai a procura de empregados em três horários distintos, e, no final da jornada, recompensa a todos com o mesmo valor, independente do tempo que cada um dedicou, retratou bem como o vício da inveja brota no coração do homem, gerando insatisfação não por sua situação, mas pelo sucesso dos demais.
Nessa exposição, ficou claro como precisamos estar contentes ao ver o bem alheio, esquecendo nossos egoísmos, admirando e nos alegrando com os benefícios que o próximo recebe.


                                                                                   Também foi mostrado como precisamos ser humildes e saber perdoar o próximo, para recebermos o perdão de Deus. Encenou-se, assim, a parábola do empregado que foi absolvido de uma imensa dívida, que jamais conseguiria pagar, mas não perdoou um amigo seu que lhe devia uma quantia ínfima. Essa reação do empregado causou indignação ao seu senhor, que castigou-o mandando para a prisão até que pagasse o último centavo.









                                                                    ***
Será que apenas os pobres se salvam? Ou apenas os ricos?
Essa pergunta foi respondida com a parábola do rico e do pobre Lázaro, apresentando, porém um aspecto inédito, comentado por Mons. João Clá Dias: encenou-se o rico como uma pessoa extremamente generosa, preocupado com o pobre que ficava à porta de sua suntuosa residência, mas esse, revoltado, não aceitava ajuda, rejeitava alimentos e cuidados médicos que o rico lhe proporcionava. Ao contrário, sentia prazer em desejar males ao generoso homem, em resmungar de sua situação, em blasfemar e invejar aquele que tinha melhores condições que as suas. Quem, nesse caso, merecia o prêmio? O generoso senhor.
Concluiu-se que está próximo da salvação quem tem verdadeira caridade e é humilde de coração, e que ter mais ou ter menos condições financeiras não definem a santidade.





                                                                                                             A última encenação, porém, fechou com chave de ouro o segundo dia do Congresso: a parábola do filho pródigo. Entretanto, também com algo inédito. A mãe (que figurava o pai na história), foi atrás da filha perdida, andou quanto foi preciso e, encontrando-a na miséria cuidando dos porcos, arrependida e cheia de saudades da casa paterna, levou-a para sua residência e ali preparou o banquete para aquela que era sua filha, havia se perdido, e retornou ao lar!
Não será essa nossa história? Quantas vezes caímos, e é Deus quem nos vem ao encontro erguendo-nos de nosso nada?


                                                                                                                                                                         A Santa Missa, o jantar e o canto da Salve Regina encerraram mais um dia abençoado, trazendo esperança para o terceiro e último dia do XIV Congresso.





 Uma das lições do dia:
“Entre humildade e mansidão existe uma relação impressionante. Quando a pessoa é orgulhosa, quando se põe em relação aos outros com superioridade e está toda hora criticando as outras, ela não é mansa. É briguenta, birrenta, criadora de caso. Quem é humilde, é manso. E quem é humilde e manso aceita a obediência com toda a facilidade. Rispidez, maltrato, autoritarismo, orgulho, formam uma coisa só.” 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Congresso feminino-2015 Primeiro dia (continuação)

Ainda no primeiro dia do Congresso do Setor Feminino dos Arautos do Evangelho, as jovens tiveram uma explanação sobre a importância da oração para conseguir as forças e graças que Deus nos quer dar. Primeiramente, quem reza precisa ter consciência de sua miséria e reconhecer seu nada, sabendo que tudo vem do auxílio sobrenatural. A parábola do fariseu e do publicano ilustrou a matéria, mostrando como a oração do orgulhoso fariseu não agradava a Deus. Já o publicano, que sendo pecador reconhecia arrependido sua miséria, foi acolhido por Ele com bondade. 


                                                                              A oração precisa ser insistente, perseverante e confiante! Não devemos cansar de pedir o auxílio de Deus, nem desanimar quando parece demorar em atender-nos. A parábola do senhor que pedia pães de madrugada ao seu vizinho e, pela insistência, conseguiu o que desejava, deu uma lição sobre a perseverança.


Também a parábola do juiz injusto e da pobre viúva, que pela insistência conseguiu justiça, mostrou a necessidade de rezar sempre, sem desanimar. Se um juiz injusto fez justiça por tanto receber pedidos, quanto mais Deus- que é a própria Justiça e Bondade-  atenderá aqueles que são seus filhos!




                                                                                                                                                                  As participantes do Congresso aproveitavam todos esses ensinamentos e anotavam com aplicação os principais pontos do que lhes era explicado!









                     Sendo Festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho, após a Santa Missa da tarde todas as que desejaram puderam receber o Escapulário do Carmo, e passar a gozar dos privilégios de quem faz parte da família carmelitana.