quarta-feira, 17 de junho de 2015

Feira de Ciências no Colégio Arautos!

O Colégio Arautos do Evangelho-Nova Friburgo promoveu uma “Feira de Ciências” entre os alunos neste mês de junho.
A esmerada preparação do evento foi motivo de muito aprendizado da parte das estudantes. Os conteúdos de pesquisa e as experiências fizeram sucesso e trouxeram à realidade o que a disciplina explica em sala de aula.


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As alunas desde o 5º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio explicaram de forma atraente os variados temas de pesquisa: a célula; divisão celular; como forma-se um câncer no organismo; fungos; líquens; lei gravitacional; transformações físicas e químicas; eletricidade; cores, entre outros.




                                                                        Mais uma vez ficou patente o velho ditado: “A união faz a força”! Professores, alunos e funcionários engajados com entusiasmo no trabalho, trouxeram um resultado muito além do almejado.

Que Santa Teresa d’Ávila, padroeira do Colégio, continue intercedendo pelo estabelecimento para que dê excelentes frutos para o amanhã de nossas crianças.


























quinta-feira, 11 de junho de 2015

Feriado de Corpus Christi em Nova Friburgo


Os dias do feriado prolongado por ocasião do Corpus Christi foram bem aproveitados pelas alunas do Projeto Futuro e Vida no Setor-feminino dos Arautos do Evangelho. Um ciclo de exposições ilustradas sobre as três Virtudes Teologais – fé, esperança e caridade- bem como sobre o Santíssimo Sacramento e sobre a virtude da Confiança, despertaram entusiasmo, participação e interesse em todas as assistentes.
As atividades tiveram início com a Santa Missa na Capela Nossa Senhora do Bom Sucesso, localizada na própria residência dos Arautos, e em seguida as jovens partiram para apreciar os tapetes de Corpus Christi, verdadeiras obras de arte, confeccionados pelas paróquias, movimentos e colégios da cidade, para a procissão  na Avenida Alberto Braune-centro.


Ao retornar à residência dos Arautos, a palestra sobre a Eucaristia expôs a grandeza desse Sacramento, e os milagres eucarísticos relatados foram causa de muita curiosidade para as alunas.
A reunião sobre a virtude da fé foi ilustrada com um sketch sobre duas irmãs cegas: uma, pragmática, não acreditava em nada que lhe narravam porque nada via, e outra, que tinha verdadeira sede de saber mais sobre o que seus olhos não podiam ver. Ao final, esta última recebe o milagre da cura e vê de fato tudo o que antes só ouvia dizer. Assim somos nós nesta peregrinação terrestre: a fé em Deus e no auxílio da graça transformar-se-á em visão na eternidade.





A palestra sobre a Esperança procurou mostrar a beleza de esperar no auxílio de Deus a todo o momento, e a alegria e paz de alma sente aquele pratica esta bela virtude.
Já na exposição sobre a virtude da Caridade, encenou-se a história de uma religiosa que, dentro do convento, propôs-se a ajudar em tudo as demais Irmãs mostrando-se muito habilidosa na costura, remendos e confecções dos hábitos. Na hora da morte, pede que lhe deem sua “chave-do-céu”. Qual não foi a surpresa das Irmãs que, após trazerem a cruz, o terço, um livro, a regra da ordem, veem que a verdadeira “chave-do-céu” da moribunda tratava-se da agulha de costura que, usada diariamente com sincera caridade, havia lhe conquistado as graças para alcançar o Céu.
      A última reunião foi sobre a virtude da Confiança, que se define como “a  Esperança fortalecida pela Fé”. Nesta apresentou-se em forma de teatro a história de Josebá (figurando a conhecida passagem de Jó), que por permissão de Deus perde todos os bens que possuía e até a própria saúde, mas não perde a confiança em Deus. Depois, como prêmio, recupera tudo o que perdeu, de forma multiplicada.



Orações em conjunto, treinos de música, convívio alegre nas refeições, Missas diárias e a animada sessão de perguntas e respostas fizeram desses dias, momentos preciosos e inesquecíveis.


  


















domingo, 31 de maio de 2015

Peça teatral "A Rainha e o Rosário"

Neste mês dedicado a Maria Santíssima o Setor Feminino dos Arautos do Evangelho realizou na Paróquia de São Roque um “momento mariano”, onde houve uma palestra sobre a importância da devoção a Nossa Senhora, ilustrada com a peça teatral “A Rainha e o Rosário”.

                                                                                   A história narrava o fato de uma rainha afastada da fé e cheia de vaidades, que ganha de presente de sua prima um belo rosário. Não sabendo o que fazer com esse objeto de piedade, pois não rezava, resolve usá-lo como adorno em sua cintura.

Todo o reino, por ver a rainha com o rosário, passa a seguir seu exemplo em usá-lo também na cintura e a recitar todos os dias essa bela oração. A rainha, entretanto, era a única que não rezava...



Na hora da morte a rainha vê seu julgamento e o peso dos seus atos maus. Entretanto Maria Santíssima intercede por ela- tendo em consideração que todo o povo passou a rezar por um bom exemplo seu- para que viva por mais algum tempo e passe a rezar devotamente o rosário. Após o milagre, a rainha Ildefonsa passa o ano de vida que lhe resta a propagar essa devoção.

A imagem peregrina do Imaculado Coração de Maria foi entronizada e coroada por um dos presentes, e as atividades encerraram-se com a oração do terço.





sábado, 30 de maio de 2015

Mês de maio: Homenagem às mães

Uma afetuosa homenagem às mães foi realizada na tarde do terceiro domingo do mês de maio pelo setor-feminino dos Arautos do Evangelho.









 A Santa Missa, celebrada pelo Revmo. Pe. Lourenço Ferronatto, EP, na Capela Nossa Senhora do Bom Sucesso, abriu o evento. As estudantes do Colégio Arautos do Evangelho-Nova Friburgo cantaram durante a celebração.

Um sorteio de brindes, do qual participaram todas as mães, animou a tarde, deixando todas na expectativa de levar como lembrança cestas de flores, terços, medalhas, quadros e outros prêmios.








Mas uma grande surpresa estava sendo preparada: uma elaborada peça teatral, que narrava a história da menina Rosa, cuja mãe foi raptada e presa por uma conhecida que lhe tinha muita inveja.

                  Rosa não hesita e faz de tudo para, sem ser reconhecida, tornar-se serva dos porteiros da prisão. Ali a menina reencontra sua mãe Matilde, e obtém da cruel invejosa, após implorar socorro à Santíssima Virgem, a liberdade de sua mãe e a conversão daquele duro coração.


A festa encerrou com apresentação coral e instrumental, uma homenagem das filhas - dando como presente às mães uma bela rosa- e em seguida, saborosa confraternização.